![]() |
| Foto: Falamais |
![]() |
| Foto: Falamais |
![]() |
| Foto: Falamais |
Na noite de ontem (20), o Grupo Gestor do Ponto de Memória do Grande Bom Jardim reuniu-se na sede da AEUSM para discutir estratégias essenciais para o fortalecimento do projeto, visando ampliar o alcance e a participação da comunidade. O foco principal da reunião concentrou-se na elaboração e aprovação do plano financeiro, essencial para a efetivação das ações propostas, com ênfase no uso dos recursos captados para a execução do projeto. O compromisso e a colaboração dos membros presentes evidenciam o empenho coletivo em preservar e promover a memória cultural do Grande Bom Jardim.

![]() |
| Foto: Pai Giuliano |
No Teatro do CCBJ, em 27 de fevereiro de 2024, durante o encerramento do curso de Direitos Humanos organizado pelo CDVHS, Mestre Pai Neto participou como convidado especial. Em seu discurso, ele abordou a importância do curso e recordou o surgimento da primeira turma destinada às lideranças do Grande Bom Jardim em 1996, do qual também foi aluno.
![]() |
| Foto: Pai Carlos 7 Flechas |
"Devemos permanecer vigilantes na preservação dos nossos direitos", enfatizou Mestre Pai Neto, ressaltando a necessidade contínua de conscientização e educação sobre os direitos fundamentais de todos os cidadãos. Sua participação trouxe uma perspectiva histórica valiosa, inspirando os presentes a manterem-se engajados na defesa da justiça e igualdade.
No último dia 28 de fevereiro, o palco do "Curta São Luiz SESC" foi brilhantemente iluminado pela vibrante apresentação do Grupo Cultural Toque de Senzala. Sob o tema "Toque e Curimba do Povo de Terreiro", o grupo trouxe consigo não apenas um espetáculo de música e dança, mas também uma profunda celebração da rica herança cultural afro-brasileira.
Confira mais em NOSSAS IMAGENS E NOSSOS VÍDEOS!
Construir tambores é uma arte que requer habilidade e paciência. Neste artigo, vamos explorar o processo de construção de tambores, desde a preparação do couro até a finalização do instrumento. A construção de tambores é um processo artesanal que envolve técnicas tradicionais e é um verdadeiro trabalho de amor.
O primeiro passo na construção de um tambor é preparar o couro que será utilizado. O couro é esticado sobre um aro, com o cabelo para cima, e fixado no lugar. É importante cuidar para que o couro fique bem esticado e sem rugas, para garantir a qualidade do som produzido pelo tambor.
Após fixar o couro no aro, é necessário montar o aro do tambor. O aro é colocado por dentro do tambor e fixado em seu lugar. É importante marcar as peças para identificar onde devem ser cortadas, garantindo a uniformidade do instrumento.
Uma vez que o aro esteja montado, é hora de fixar as peças que irão segurá-lo no lugar. São utilizados parafusos para garantir que o aro fique bem preso e não se solte durante o uso do tambor. É importante marcar o número de voltas dos parafusos para garantir que todos estejam na mesma altura.
Após a fixação das peças, é necessário fazer ajustes finais no tambor. É importante garantir que a altura das chaves esteja correta e que o parafuso não esteja muito alto. Além disso, é necessário tomar cuidado para não bater no parafuso durante o uso do tambor.
Para finalizar o tambor, é necessário realizar o acabamento. O excesso de couro é retirado e o tambor é limpo com sabão em pó para garantir que esteja pronto para uso. É importante lembrar que o tambor é um instrumento artesanal e cada peça é única.
A construção de tambores é uma arte que requer habilidade e dedicação. Cada tambor é único e leva o cuidado e a atenção de um verdadeiro artesão para ser construído. Se você está interessado em adquirir um tambor artesanal, recomendamos entrar em contato conosco para mais informações.
Feito com VideoToBlog
Este mini documentário relata os feitos da tradicional festa de Iemanjá na Praia de Iracema, em Fortaleza, Ceará. A festa é realizada no dia 15 de agosto e tem como objetivo homenagear a mãe Iemanjá, padroeira da cidade. Ao longo dos últimos oito anos, a festa tem sido um grande sucesso, atraindo turistas e fortalecendo a religião da umbanda na região.
A festa de Iemanjá tem registros desde 1928 e acredita-se que a primeira festa tenha ocorrido no Marco Zero, em Fortaleza. No entanto, oficialmente, a festa começou a ser registrada em 1965, na Praia do Futuro, realizada pela União Cearense de Umbanda. A festa acontece todos os anos no dia 15 de agosto, que também é o dia de Nossa Senhora da Assunção, padroeira da cidade.
Por motivos de segurança e visibilidade, a festa de Iemanjá foi transferida para o Aterro da Praia de Iracema há oito anos. O aterro oferece uma melhor infraestrutura, segurança e logística para a realização do evento. Além disso, a Praia de Iracema é um dos cartões postais de Fortaleza, atraindo turistas e proporcionando mais visibilidade para a festa.
A festa de Iemanjá é de extrema importância para os umbandistas e para a religião da umbanda como um todo. No dia 15 de agosto, os umbandistas celebram Iemanjá, que é a mãe soberana da religião. A festa é uma oportunidade de mostrar a religião para a sociedade, desmitificando preconceitos e promovendo o respeito à diversidade religiosa.
A mudança para o Aterro da Praia de Iracema trouxe muitos benefícios para a festa de Iemanjá. O evento passou a ter uma segurança mais reforçada, atraindo um público maior e mais diversificado. A festa se tornou um sucesso, conquistando reconhecimento e visibilidade não apenas em Fortaleza, mas em todo o Brasil. Além disso, a festa foi tombada como patrimônio da Prefeitura, garantindo sua preservação.
A realização da festa de Iemanjá no Aterro da Praia de Iracema envolve muitos desafios. São necessárias diversas autorizações e liberações por parte dos órgãos municipais e estaduais. Além disso, há custos envolvidos, como taxas e despesas de locomoção. No entanto, mesmo com todas as dificuldades, a festa tem sido um sucesso e tem contribuído para o fortalecimento da religião da umbanda.
Os participantes da festa de Iemanjá no Aterro da Praia de Iracema compartilham sua experiência e a importância da festa em suas vidas. Eles destacam a segurança e a visibilidade proporcionadas pelo novo local de realização, bem como a emoção de participar de um evento tão significativo para a religião umbandista. Além disso, eles ressaltam a importância de respeitar e valorizar a diversidade religiosa.
A festa de Iemanjá no Aterro da Praia de Iracema é um evento tradicional e de grande importância para os umbandistas e para a religião da umbanda. Ao longo dos últimos oito anos, a festa tem conquistado reconhecimento e visibilidade, atraindo um público diversificado e fortalecendo a religião na região. Apesar dos desafios enfrentados, a festa tem sido um sucesso e tem contribuído para a promoção do respeito e da diversidade religiosa.
Made with VideoToBlog
O batuque de terreiro é uma forma genérica de denominar as religiões afro-brasileiras de culto aos Orixás encontradas principalmente no estado do Rio Grande do Sul e em países vizinhos como Uruguai e Argentina. Essa tradição é fruto das religiões da Costa da Guiné do Benim e da Nigéria, mas possui características próprias e não deve ser confundida com as nações de Candomblé.
O batuque de terreiro tem uma forte presença no território do Grande Bom Jardim, localizado na cidade de Fortaleza. Nesse local, encontramos diversas casas de culto e praticantes dessa religião, que cultuam os Orixás, a natureza, os caboclos, as crianças e os pretos velhos. Essa tradição tem raízes antigas, com registros desde o início do século passado, quando a região ainda era uma fazenda isolada.
O batuque é uma parte essencial do culto aos Orixás no batuque de terreiro. Por meio dos tambores, os praticantes invocam a presença dos ancestrais e estabelecem uma conexão espiritual. O toque dos tambores é acompanhado por cânticos e danças, que trazem alegria e invocam os corações dos participantes. É uma forma de comunicação com os deuses e uma expressão da cultura e da ancestralidade do Grande Bom Jardim.
O batuque de terreiro enfrentou muitos desafios ao longo do tempo. No passado, era proibido praticar essas religiões e os terreiros eram escondidos nas matas do Grande Bom Jardim. Com o passar do tempo e a urbanização da região, os terreiros foram oficializados e ganharam visibilidade. Hoje, existem diversos terreiros reconhecidos e representativos nessa região, como o Raimundo, o Almeida, a Rosa Branca, entre outros.
Um dos temas abordados durante essa conversa foi o papel da educação na vida das pessoas. A professora Marileide ressaltou a importância da escola como um espaço de empoderamento, onde os estudantes podem aprender sobre direitos humanos, dignidade e respeito. Ela também destacou a importância de reconhecer a história da África e valorizar a cultura afrodescendente. A escola é vista como uma porta de entrada para construir uma sociedade mais justa e igualitária.
O batuque de terreiro é uma parte fundamental da cultura e da identidade do Grande Bom Jardim. Essa tradição representa uma resistência e uma luta pela preservação da cultura afro-brasileira e pelo reconhecimento dos direitos e da dignidade das pessoas negras. Além disso, o batuque fortalece os laços comunitários, promove o respeito e a valorização das diferenças, e contribui para o desenvolvimento espiritual e cultural dos praticantes.
O batuque de terreiro no território do Grande Bom Jardim é uma expressão viva da cultura afro-brasileira e uma forma de resistência e luta pela preservação da ancestralidade. Por meio do toque dos tambores, dos cânticos e das danças, os praticantes estabelecem uma conexão espiritual com os deuses e mantêm viva a tradição dos Orixás. É um legado que deve ser valorizado e respeitado, pois representa a diversidade e a riqueza cultural do Brasil.
Made with VideoToBlog
A participação da Associação Espirita de Umbanda São Miguel (AEUSM) no Ciclo Carnavalesco de Fortaleza, especialmente no desfile da Avenida Domingos Olímpio, marcou um momento histórico para a comunidade umbandista da cidade. Pela primeira vez, os filhos e filhas do Centro Espírita de Umbanda São Miguel uniram-se em celebração e representação da sua fé e cultura no coração da festividade carnavalesca.
| Foto: Falamais |
No desfile do Maracatu Nação Baobab, realizado no domingo, dia 11 de fevereiro de 2024, a presença da AEUSM trouxe uma nova dimensão de inclusão e diversidade para o Carnaval de Fortaleza. Com seus trajes coloridos, carregando estandartes e instrumentos sagrados, os participantes da AEUSM marcharam com orgulho, demonstrando ao público a riqueza espiritual e cultural da Umbanda.
Ao longo do percurso na Avenida Domingos Olimpio, os integrantes da AEUSM irradiaram energia e alegria, compartilhando os ensinamentos de paz, amor e harmonia que são fundamentais na prática umbandista. As batidas dos tambores ecoavam pelas ruas, convidando a todos para se unirem nessa celebração de união e respeito às tradições ancestrais.
| Foto: Falamais |
A participação da AEUSM no desfile do Maracatu Nação Baobab não apenas enriqueceu o panorama cultural do Carnaval de Fortaleza, mas também promoveu uma importante mensagem de inclusão e respeito à diversidade religiosa. Foi um momento de celebração da identidade umbandista, de afirmação da sua presença na sociedade e de fortalecimento dos laços comunitários.
| Foto: Falamais |
À medida que os filhos e filhas do Centro Espírita de Umbanda São Miguel desfilavam em harmonia com os demais integrantes do Maracatu Nação Baobab, eles transmitiam ao público a essência da sua fé e a beleza da sua tradição. Foi um momento de orgulho e celebração, que ficará marcado na memória de todos os que testemunharam essa manifestação de amor, paz e cultura durante o Carnaval de Fortaleza.
A Gira Tradicional da LAVAGEM DAS GUIAS no Centro Espírita de Umbanda São Miguel, realizado ontem (14), é um evento sagrado e significativo para todos os seus frequentadores. Realizada sempre na quarta-feira de cinzas de cada ano, esta cerimônia é uma manifestação de respeito, devoção e renovação espiritual.
Durante a Gira Tradicional, os participantes se reúnem em um ambiente de profundo respeito e reverência. As energias são canalizadas através das rezas, dos cânticos e dos rituais conduzidos pelos médiuns e dirigentes espirituais da casa. Cada gesto é realizado com cuidado e intenção, permitindo que as bênçãos e as vibrações positivas fluam livremente.
Além da limpeza das guias, a Gira Tradicional é um momento de reflexão e agradecimento. Os participantes aproveitam para meditar sobre os aprendizados do ano anterior, renovar suas intenções e estabelecer novas metas espirituais para o ano que se inicia.
À medida que as guias são purificadas e as energias são renovadas, os participantes sentem uma sensação de paz, equilíbrio e fortalecimento espiritual. A Gira Tradicional não é apenas um evento ritualístico, mas também um lembrete do poder da fé, da comunidade e da conexão com o divino.
Enquanto os sons dos atabaques ecoam pela casa, e as luzes das velas iluminam o ambiente, os participantes sentem-se envolvidos por uma atmosfera de amor, proteção e harmonia. A Lavagem das guias é verdadeiramente um momento sagrado de renovação espiritual e celebração da jornada espiritual de cada indivíduo.
1º Fórum Permanente do Povo de Terreiro do Ceará
![]() |
| Foto: Falamais |
Na
sexta-feira (14) e Sábado (15) de Agosto de 2015, o Aterro da Praia de Iracema
será espaço de uma grande homenagem à Rainha das Águas. Nesta data estaremos comemorando
50 anos da tradicional Festa de Yemanjá, que contará com rituais, apresentações
culturais, entrega de oferendas, entre outras atividades ao longo dos dias.